A GRANDE MAIORIA de vezes em que a DOUTRINA ESPÍRITA foi reconhecida como AUTENTICA RENOVAÇÃO MORAL e ESPIRITUAL da HUMANIDADE!....Louren Junior e Espírito Matias Albuquerque

19/10/2019 08:38

A GRANDE MAIORIA de vezes em que a DOUTRINA ESPÍRITA foi reconhecida como AUTENTICA RENOVAÇÃO MORAL e ESPIRITUAL da HUMANIDADE!....Louren Junior e Espírito Matias Albuquerque. 

 

Vários são ILUSTRES cientistas, antropólogos e estudiosos das varias áreas cientificas que se prostraram diante as EVIDÊNCIAS de uma Doutrina que traz no seu bojo a REFORMA INTIMA como precursora de uma NOVO comportamento HUMANO 

 

Uma dessas personalidades foi CESARE LOMBROSO – Desencarne Turim 19 de Outubro de 1909 – Nasc. 6 de Novembro de 1835, foi um psiquiatra, cirurgião, higienista, criminologista, antropólogo e cientista italiano. 

Ao entrar no campo da mediunidade, Lombroso como grande maioria de cientistas primeiramente ridicularizava pesquisas e textos sobre o assunto, como em seu opúsculo Studi sull'ipnotismo (Turim, 1882). Já em julho de 1888, publicava no jornal Fanfulla della Domenica (n°. 29) um artigo intitulado L'inflenza della civilta e dell ocasione, em que assumia seu erros quanto ao que dissera acerca da Doutrina Espírita. 

Torna-se então um defensor da Doutrina Espírita na Itália de seu tempo

 

Vida e obra 

 

Lombroso nasceu em uma abastada família judaica[1] em 6 de novembro de 1835, filho de Aronne Lombroso, mercador de Verona, e Zeffora Levia, de Chieri, cidade próxima a Turim. Iniciou seus estudos em medicina em 1852 na Universidade de Pavia, estudando também em Pádua e Viena. Durante seus estudos, se inclinou aos pensamentos do positivismo francês e italiano, ao materialismo alemão e do evolucionismo inglês, direcionando-o para direção divergente das doutrinas filosóficas então prevalecentes, em especial à ainda dominante teoria clássica do crime desenvolvida por Cesare Beccaria cem anos antes de sua época e ainda atuante.[2] Recebe seu diploma de médico em 1858, aos 23 anos, pela Universidade de Pavia e entre 1859 e 1865 foi médico voluntário no recém formado exército nacional. Sua carreira percorreu inúmeros hospitais e vinculação a universidades. Entre 1863 e 1872, foi responsável pelo bem-estar dos pacientes mentais dos hospitais de Pavia, Pesaro e Reggio Emilia. Em 1876 manteve posto nas cátedras de medicina legal e higiene pública da Universidade de Turim, onde posteriormente se tornaria professor de psiquiatria em 1896 e de antropologia em 1906. Sua experiência psiquiátrica foi muito influente em sua associação da demência com a delinquência.[3] Contribuição teórica Lombroso é creditado como sendo o criador da antropologia criminal e suas ideias inovadoras deram nascimento à Escola Positiva de Direito Penal, mais precisamente a que se refere ao positivismo evolucionista, que baseava sua interpretação em fatos e investigações científicas. Em 1880 funda juntamente com Ferri e Garofalo o jornal “Archivio I Psichiatria, antropologia criminale e scienza penale” que se tornou o grande porta-voz do movimento positivista.[2] Desenvolveu a teoria de que o criminoso é vítima principalmente de influências atávicas, isso é, uma regressão hereditária a estágios mais primitivos da evolução, justificando sua tese com base nos estudos científicos de Charles Darwin. Uma de suas conclusões é possibilitar a equivalência do criminoso a um doente que não pode responder por seus atos por lhe faltarem forças para lutar contra os ímpetos naturais.[3] De fato, para ele o crime é uma circunstância natural por ser de caráter primariamente hereditário, porém inaceitável socialmente e acabou por se mostrar favorável à pena de morte e prisão perpétua ² como verificado em “As mais recentes descobertas e aplicações da psiquiatria e antropologia criminal” de 1893. Seus principais sucessores foram Raffaelle Garofalo (cujos estudos colaboraram na formação da Psicologia Criminal), Enrico Ferri e principalmente Gina e Paola, filhas de Lombroso que juntas formaram grandes expoentes da Escola Positiva de Direito Penal.